Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007
Teses sobre a morte de maddie - Vai ser um ai Jesus quando lerem isto!
Bom, meus amigos, as minhas teorias - mais duas para juntar à festa - sobre a morte/ assassinato a sangue frio de maddie, é um tanto ou quanto complexa, uma e a outra um tanto ou quanto simplista. Tanto mais faço-a somente com base naquilo que tenho lido, ouvido tanto na rádio, televisão, como nos jornais - online ou papel - porque não sendo investigador policial - qual Hercule Poirot - só me resta tentar dar a conhecer as minhas teorias ao universo bloguista:
Vamos começar com a mais simplista, que é mais pequena - Os Maccan, vieram para Portugal passar férias - já com um plano muito bem estudado (devem ter estudado a lei nacional de lés a lés para tal) bom... adiante - traziam os gémeos, que passaram o tempo todo a dormir, pelo que deu para ver nas imagens das televisões, mais a maddie. Ponto. A rapariguinha devia ser daquelas crianças hiperactivas que coloca qualquer casal às aranhas no que diz respeito ao sossego- os gémeos continuavam a dormir- e que faziam os ingleses? Davam uns comprimidos chamados Colpol, ou lá o que é e um dos efeitos secundários dele parece que é por as pessoas a dormir - os gémeos devem ter tomado cada um o seu e a maddie (de propósito ou não, o que acredito é ter sido de propósito que outra coisa não encaixa aqui) tomou a dose de elefante, cavalo, leão, enfim, como quiserem chamar. Parece que a dose, não fez o efeito que a mãe de Maddie pretendia - por a miuda a dormir para ir para a night com o pai, mas supresa em surpresa, o casal e os amiguinhos (2+7 = 9) beberam a incrível quantidade de 15 garrafas de vinho, para 9 pessoas, nem uma esponja conseguia tanto. Entretanto Maddie tinha acordado e começa a atarantar a mãe, que lhe dá uma galheta - lembremo-nos que Maddie tinha quase 4 anos, e era uma fraca figura - a miudinha voou até à parede, batendo com a cabeça nela e morre instantaneamente. A criminosa Kate assusta-se, esconde o corpo, conta ao marido e os dois fazem um pacto de silêncio, não um silêncio de paz, mas de morte. Chega a recém- criminosa ao pé dos amigos, que já deviam estar mas era com os copos, bem enfrascados e diz ela com a maior teatralidade - que só Shakespeare iguala - que "eles levaram-na". Bonito, não é? Tocante, senão mesmo trágicómico. Adiante. Isto passou-se no dia 3 de Maio.
Agora pergunto, será que o crime foi dia 3? não terá sido dia 1,2 de Maio? Porque ninguém se lembra de tre visto a miuda nesses dias... Enfim inglesises. Kate liga logo para a Sky news- televisão equivalente ao tipo surrealista made on tv, a dizer que a filha desapareceu no Algarve, liga depois para o PM Gordon Brown a dizer o mesmo - tudo isto pensado ao pormenor de forma calculista e fria - entretanto a miuda já tinha desaparecido de circulação. Arranjam acessores de imagem e portas- voz (4 em 4 meses, nem um PM, conseguia tanto); Monta-se um circo à volta da especulação de rapto - que giro, não? - conseguem em 12 dias arranjar um fundo financeiro para a procurar. Andamos nisto durante 4 meses, até que as luzes da ribalta trouxeram aquilo que não esperavam: a nossa PJ, começou a pensar se os pais não estariam metidos nisto até à medula, então começaram a ver que a careca estava a ser descoberta e resolveram fugir como ratos para a terra deles, e viverão felizes para sempre sem a "chata" da Maddie por perto.
Agora passemos à teoria mais complexa e para mim mais escabrosa - Os Maccan, vieram para Portugal passar férias com os filhos gémeos e a protagonista desta monstrusidade enorme: Maddie. No dia 3 de Maio, no Ocean Club, Kate, dá aos filhos gémeos e a Maddie Colpol, cujo um dos efeitos secundários é pôr a pessoa a dormir. Os gémeos adormeceram com a sua dose habitual mas Maddie, a Maddie, deram-lhe (a mãe) dose suficiente para elefante, só que numa ida a casa Maddie estava acordada - hiperactiva como ele era segundo os jornais - e deve ter dito para ir dormir, a miuda deve ter dito que não, a recém - criminosa dá-lhe uma galheta, a miuda dá com a cabeça na parede, sai sangue e morre fulminada. Kate acagaça-se toda e conta ao marido o que fez, então o que fazem? pegam na miuda, colocam-na no carro alugado (provavelmente nunca saiu daquele grupo de 9 ingleses), leva a miuda até perto da igreja, logo deve haver um cemitério nas imediações, e das duas uma: ou cremaram o corpo da miuda e aí não há cinzas e vestígios, porque devem ter feito eles desaparecerem (que é para onde me inclino), ou retalharam o corpo e enterraram ou na praia ou no cemitério, ou mesmo numa área qualquer do Algarve, e depois de tudo orientado, vai a recém - criminosa Kate no papel de mãe desesperada - que nem Shakespeare conseguia imitar - monta o circo do rapto, dizendo aos amigos que entretanto já tinham - se enfrascado com 14 ou 15 garrafas de vinho que "eles levaram-na" - tão cómico não? Liga para a Sky News e para o PM Brown, antes de ligar para a GNR a informar do desaparecimento da filhinha - que entretanto desaparece de circulação - Lembram-se então de quem? de Robert Murat e do seu amigo russo. O russo sai de cena logo, agora Murat, serviu para aafastar as suspeitas sobre os pais - tipo ilusionismo - devido ao tipo de vida que levava Murat (que ninguém tem a ver com isso) iam apontando Murat como suspeito nº 1, enquanto os pais de Maddie faziam tudo para ver se conseguiam ficar limpos e serem heróis. Gordon Brown, manda um acessor de imagem e porta - voz para o casal. Ah, ainda falta dizer que em 12 dias ARRANJARAM UM FUNDO MONETÁRIO para procurar a miuda, ou seja procurar um fantasma. Este circo manteve-se com alguns ingleses a dizer que tinham visto a miuda aqui e além, chegando a 2500 pistas falsas, que ajudaram atrasar este caso. Isso os Maccan, estão de parabéns. Conseguiram-no. Saiu-lhes a lotaria num ápice.
Andou-se nisto durante 3 meses. No 4º mês as coisas complicam para o lado dos Maccan: aparecem provas que dizem o oposto daquilo que os ingleses tem dito: que a filha foi raptada e agora dizem-se inocentes! O laboratório de Birmingham, demora a enviar resultados das análises - quase 1 mês - análises essas que mostram que há ADN da Maddie por tudo quanto é lado na casa onde foi brutalmente assassinada por uma mãe incompetente, que só queria era ir para a night até às tantas. No meio disto, a influência do casal, chega aos mass media ingleses sensacionallistas, e alguns menos que lixo, e começa-se a fazer uma campanha anti-PJ, anti-Portugal, mas nunca se referem ao facto de 3 crianças terem ficado em casa sozinhas, isso parece que não lhes convém. As análises, perdão o feitiço virou-se contra o feitiçeiro, neste caso feitiçeiro e bruxa, as pessoas começaram a ver que eles são suspeitos pelas suas atitudes, Kate, é apupada em Portimão e o que resolve este casal tipo Bonnie & Clyde fazer? Fugir como ratos para a sua terra onde com a conivência das autoridades locais são uns artistas de cinema! Entretanto Murat,tem a vida devassada, os Maccan, conseguem comprar uma casa de 750 mil euros, num condomínio fechado, tão preocupados com o desaparecimento da filha. Já agora, reparem nisto: a incompetência dos pais nunca foi posta em causa pelos media ingleses, porquê? Respostas dêem quem as souber! O advogado que os vai defender, será pela conta bancária, será pela cara dela, ou será mesmo - e se fôr assim é um grande anjinho - pela miuda?
PJ, FORÇA, ESTAMOS CONVOSCO

sinto-me:

publicado por JorgeAntropólogo às 14:52
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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007
Kate constituída arguida, Gerry ouvido pela PJ

Depois dos dois interrogatórioa na Polícia Judiciária, Kate McCann foi constituída arguida e sujeita a termo de indentidade e residência. O pai de Maddie, Gerry McCann, começou a ser ouvido por volta das 16:00. Antes de entrar nas instalações da PJ, Gerry garantiu a inocência da sua mulher.

 

O pai de Madeleine garante que Kate McCann está totalmente inocente É uma declaração que Gerry McCann colocou ontem à noite do site da Internet criado para ajudar a recolher possíveis informações sobre o paradeiro de Madeleine.

 

Gerry diz que «quem acompanhou o que aconteceu no dia 3 de Maio» sabe que a sugestão de que Kate está envolvida no desaparecimento da filha é «totalmente ridícula».

 

O interrogatório da polícia à mãe de Madeleine terminou por volta das 15:50. Quando Kate saiu, Gerry McCann tinha entrado, poucos minutos antes.

 

As inquirições a Kate e a Gerry McCann ocorrem dias depois de a Polícia Judiciária ter recebido parte dos resultados dos exames aos vestígios biológicos recolhidos em Julho no apartamento de onde desapareceu a criança.

 

in TSF


sinto-me:

publicado por JorgeAntropólogo às 17:56
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Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2007
TRC
 Ei malta, vejam este link http://www.trc.pt/index1.html, é o despacho do trc.sobre a Esmeralda


publicado por JorgeAntropólogo às 16:26
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Sargento pode sair em liberdade

Ei pessoal, no site http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?div_id=291&id=776372, pode-se ler que:

O Tribunal da Relação de Coimbra vai apreciar esta quarta-feira o recurso da prisão preventiva apresentado pelo sargento Luís Gomes, que o Tribunal de Torres Novas condenou a seis anos de prisão pelo crime de sequestro da menor E.

A conferência do colectivo está marcada para a 14:30 e caso os desembargadores decidam revogar a prisão preventiva, «então a decisão será logo comunicada ao estabelecimento prisional, por telefone ou fax, e o arguido será imediatamente libertado», explicou ao PortugalDiário, o presidente do Tribunal da Relação de Coimbra, António Joaquim Piçarra.

A mesma fonte acrescentou que, se o recurso for decidido esta quarta-feira, o tribunal irá ler um comunicado e colocá-lo na página na internet (http://www.trc.pt), juntamente com o texto do acórdão (decisão).

Ministério Público pede libertação

Recorde-se que o Ministério Público da Relação de Coimbra defende a libertação do militar Luís Matos Gomes, considerando que a sua prisão preventiva por sequestro perdeu «interesse ou utilidade» para a justiça por não existir perigo de fuga ou de continuação de actividade criminosa.

Esta posição contrasta com o MP de Torres Novas que pediu, num recurso já enviado ao Supremo Tribunal de Justiça, a manutenção da prisão preventiva e do crime de sequestro para o militar, mas com diminuição da pena de seis para quatro anos de prisão. O sargento Luis Gomes está detido preventivamente por se recusar a revelar o paradeiro da criança de cinco anos que lhe foi confiada aos três meses de idade pela mãe biológica.

O procurador de Coimbra considera que houve uma «nulidade insanável» quando o colectivo de juízes de Torres Novas decretou a prisão preventiva a Luís Matos Gomes, a 12 de Dezembro de 2006. Nessa ocasião, o colectivo não ouviu o procurador de Torres Novas, Dinis Cabral da Silva, uma situação que foi corrigida a 05 de Janeiro de 2007, quando esse magistrado tomou posição e também se pronunciou de modo favorável à prisão preventiva. Citando a sustentação legal para este tipo de medidas de coacção, o MP de Coimbra alega não concordar com a posição do colectivo na condenação por sequestro agravado.

Sargento é «o bom samaritano»

O risco de fuga é também desvalorizado pelo procurador, até porque o arguido é um «militar de carreira, inexistindo quaisquer indícios ou sequer alegação de incumprimento de deveres processualmente impostos». No que respeita ao risco de continuação do crime - o pressuposto em que se baseou o colectivo para ordenar a prisão preventiva, o MP da Relação considera que «nem na pronúncia ou em momento anterior ao início do julgamento, foram esquadrinhados bons fundamentos» para essa decisão.

Até porque, salienta o MP, a justiça não pode ter certeza de que o arguido tem contacto regular com a sua mulher - que está em parte incerta com a menina - pelo que o risco de continuação do crime de sequestro (a verificar-se) poderá não suceder com Luís Gomes. Por outro lado, Luís Gomes «foi o bom samaritano relativamente» à menor , «passando a tratá-la como filha e requerendo a sua adopção em Janeiro de 2003» , acompanhada por uma «declaração de autorização da mãe» que, no entanto, não tem valor legal.

A recusa de entrega da menor deve-se ao «interesse óbvio relativamente ao crescimento da menor».

Agora por favor comentem esta notícia, que pode ser acedida no link acima posto.



publicado por JorgeAntropólogo às 16:18
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Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007
caso da esmeralda

Pessoal, oiçam bem... a juiza não tem culpa, não tem, a culpa
é...da grandessíssima besta que lhe deu o diploma. 1º: que juiza é
aquela, que não deve saber nada da vida (entenda-se)alguma vez tem
moral, ou capacidade para julgar um sargento do nosso exército??? Que
justiça é esta? 2º: O pseudo-pai biológico, que nunca na vida quis
saber da mãe da criança, nem sequer da criança, vem agora- sabendo
sábe-se lá como querer ganhar dinheiro à pala da cachopa. 3º: O que
diz a mãe biológica está mais de acordo com o que diz o casal, que
tratou da menina, que o que diz o pseudo-pai biológico.

4º: O s argumentos da acusação, são tão ridículos, mas tão
ridículos, que parece mentira como há juizes e juizas que vão nestas
historietas.

Como diz a "sara": o que prevalece primeiro é o bem estar da criança
e sem dúvida o seu bem estar é ficar perto daqueles que a rodeiam,
que sempre lhe deram amor e carinho, que tiveram com ela nos bons e
maus momentos, que passaram noites em branco quando adoeceu, que a
vestiram etc. e não a obrigarem a viver com uma pessoa que não lhe
diz nada em termos afectivos e que para ela é um estranho.



publicado por JorgeAntropólogo às 16:45
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